Ratificação dos diplomas da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência

novembro 25, 2009

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Celebração do XV Aniversário da Declaração de Salamanca (ai, Portugal ...)

novembro 05, 2009



La Conferencia estuvo organizada por Inclusion International, Inclusion Europe & INICO (Universidad de Salamanca) y tendrá lugar del 21 al 23 de octubre de 2009.
Patrocinada por: Fundación ONCE
El Ministro de Educación de España
La Confederación Española de Organizaciones a favor de las Personas con Discapacidades Intelectuales (FEAPS)

Unas 400 personas procedentes de 58 paises asistieron a la Conferenica Mundial sobre Educacion Inclusiva que se celebro en Salamanca, España del 21 al 23 de Octubre de 2009.

La conferencia sirvio para celebrar el aniversario de La Declaración de Salamanca adoptada hace 15 años durante la Conferncia Global en Educacion Especial organizada por la UNESCO (Salamanca, España, 10 Junio 1994).
Transcurridos 15 años y con la entrada en vigor de la Convención de las Nacions Unidas sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad, Inclusion Interantional y el INICO de la Universidad de Salamanca dieron la bienvenida a auto-gestores y sus familias, representantes de organizaciones para la discapacidad, profesores, investigadores, representantes de gobierno y expertos a Salamana para analizar el progreso realizado y establecer la agenda de acción  renovada a seguir en los próximos años.

Al finalizar la Conferencia se adopto la siguiente Resolución
Inclusion International ha desarrollado este Informe Global sobre la situación acutal de los niños con discapacidad en el sistema educativo. El informe fue presentado durante la Conferencis Global, Afrontando el Reto; Derechos, Retórica y Situación Actual; Regreso a Salamanca.
En és se identifican las fuentes de discriminación a las que se enfrentan los niños con discapacidad en el sistema educativo y propone recomendaciones para los gobiernos y políticos sobre como tratar este tema.  Al revisar tanto el compromiso internacional por la inclusion como la experiencia de las familias sobre lo que funciona y lo que no y porqué, esta iniciativa pretende unir las voces locales (y su sabiduría) a los procesos mundiales puestos en práctica para alcanzar la Inclusión para Todos.

Inclusion International, KD.2.03, University of East London, Docklands Campus, 4-6 University Way, London E16 2RD, United Kingdom
Tel: (+... Fax: (+ 44) 208 223 6081 Email: info@inclusion-international.org

Registered Office 52 The Limes Harston CB2 5QT UK.  A company limited by guarantee (No 5072000 - England). Registered Charity No 1106715

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De regresso a Salamanca :|


[Last updated Monday, October 26, 2009]
The report, Better Education for All: When We’re Included Too recounts the situation of our members around the world – how inclusion works, but how exclusion is the norm. It demonstrates how children and youth with disabilities are being left out of mainstream global processes to achieve Education for All (EFA) , and how inclusion can improve education systems and ensure that the goals of EFA are reached.
A huge network was involved in the research process.Several members used the process of gathering information as a way to mobilize around the issue of inclusive education, and as a way to gather information that they can use in
monitoring their government’s activities. In all, 75 countries participated in the research.
The report was launched in Salamanca at Global Conference on Inclusive Education. Return to Salamanca Confronting the Gap: Rhetoric, Rights and Reality. 21-23 October, 2009.
 DOWNLOAD THE REPORT(PDF)  

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Portugal: a desigualdade entre género aumenta em 2009

outubro 27, 2009


"Pode não ter sido uma consequência directa, mas num ano marcado pela crise financeira, a desigualdade entre homens e mulheres ficou mais vincada. NoGlobal Gender Gap Index2009, que o Fórum Económico Mundial apresenta hoje em Nova Iorque, Portugal caiu cinco posições face a 2008 (tendo em conta o mesmo número de países analisados) e ocupa, agora, o 46.º lugar, numa tabela de 134 países dominada pela Islândia, Finlândia e Noruega. (...)" (Notícia completa no Público online )

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Multideficiência: Que desafios? Educar, Reabilitar para Integrar - Seminário 20 e 21/11 em Viseu

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Belas imagens :)

"Music therapy … Strathewen Primary School students play along with Don Spencer and Wilbur Wilde. Cambridge Primary School students Lorisa Barraza and Kirby Spry are in the back row on the left."
Fonte: Soothing sounds by Michael Esposito | 27th October 2009 11:05:27 AM| Star News Group

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Portugal no seu melhor ...

outubro 22, 2009


Imagem DN
"Há colégios à beira da insolvência que são o único recurso para alunos com graves problemas, nomeadamente psiquiátricos, para os quais não há resposta no Estado. Instituições queixam-se dos cortes e atrasos nos apoios estatais. (...)" (DN)

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Crianças com paralisia cerebral tratadas com sangue do cordão umbilical

Células estaminais usadas para tratar paralisia cerebral

Estudo pioneiro na Duke University
2009-10-20


Imagem: Ciência Hoje | Crianças recebem transfusões do seu próprio sangue
"O sangue do cordão umbilical poderá vir a ser usado no tratamento da paralisia cerebral, depois de provas dadas no tratamento de doenças do foro hemato-oncológico e de outras doenças do sistema sanguíneo e imunitário. Para testar a aplicabilidade das células estaminais naquela patologia, está a ser realizado um estudo pioneiro pela pediatra e investigadora norte-americana Joanne Kurtzberg. [...]" (ARTIGO COMPLETO AQUI]
Fonte: Ciência Hoje

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Blogosfera | Autismo Norte - blogue para os pais

outubro 20, 2009

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Quando as nossas escolas forem inclusivas teremos talentos!

outubro 16, 2009

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"Conselhos Europeus de Educação defendem a criação de sistemas de orientação nos percursos educativos ao longo da vida"

Fonte: Portal Universia S.A.

"A EUNEC, Rede Europeia de Conselhos da Educação, reuniu-se em Budapeste no início desta semana, entre 12 e 14 de Outubro, tendo defendido que a crise económica e o desemprego exigem que se criem sistemas de orientação nos percursos educativos ao longo da vida.

Neste encontro, participou uma delegação do Conselho Nacional de Educação português, chefiada pela Presidente do CNE, a Professora Ana Maria Bettencourt.

Na agenda esteve a questão da orientação educativa, entendida quer como o enquadramento dos alunos ao longo da escolaridade, de modo a evitar os abandonos precoces, quer como o acompanhamento nas transições para as formações profissionalizantes, quer ainda como o apoio aos adultos em processos de reconversão nas suas carreiras profissionais.

A EUNEC considerou a orientação como um instrumento decisivo para a coesão social tendo colocado ênfase na necessidade de apoio aos grupos vulneráveis, entre os quais os alunos com insucesso escolar, aqueles que abandonam a escola sem qualificações, os alunos com necessidades educativas especiais e os desempregados.

Os sistemas de orientação já existentes, ou em construção na maioria dos países da União Europeia, respondem, tanto a problemas do mercado de trabalho e da coesão social como a necessidades de desenvolvimento pessoal e profissional dos indivíduos, considerando que a educação e a formação têm de ser organizadas de modo a reforçarem a auto-estima e a capacidade de cada pessoa ir construindo o seu percurso pessoal num universo em grande mutação.

A escola surge como a principal instituição nestes processos, mas a existência de redes de cooperação entre a escola e o mundo do trabalho é também decisiva. Sublinhou-se, ainda, a importância de uma abordagem inclusiva na escola, tal como da aprendizagem ao longo da vida.

Os Conselhos presentes decidiram prosseguir o trabalho de intercâmbio sobre a questão da orientação educativa.

Apesar das iniciativas em curso, a Educação em Portugal ainda apresenta um défice em matéria de estruturação de um sistema de orientação educativa.

Assim, o Conselho Nacional de Educação português prosseguirá uma reflexão, já iniciada, sobre esta matéria, bem como o acompanhamento de estratégias de prevenção do insucesso e dos abandonos escolares, da concretização da escolaridade de 12 anos e dos processos de reconhecimento e validação de competências dos adultos."

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Mais de 314 milhões de deficientes visuais em todo o mundo, 34 milhões de cegos

outubro 13, 2009

"Cidade da Praia, 04 Out (Lusa) -- Mais de 314 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de deficiências visuais, sendo 46 milhões delas cegas, com os países em vias desenvolvimento, sobretudo África, a "acolherem" 87 por cento de todos os casos.

Os dados, "muito preocupantes", foram avançados hoje à Agência Lusa pelo representante da Organização Mundial de Saúde (OMS) em Cabo Verde, o malgaxe Andriamahefazafy Barrysson, à margem do 1º Encontro Luso-Africano de Oftalmologia, que decorre desde sábado na Cidade da Praia e que hoje termina.

Barrysson indicou que muitos dos problemas oftalmológicos poderão ser ultrapassados se houver políticas nacionais de apoio a esta especialidade médica, sobretudo na formação "intensa" de oftalmologistas." (Sapo/Lusa)

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Vídeo | Belíssimo e indescritível

outubro 10, 2009


LEGENDA" espetáculo solo de Edu.O "judite quer chorar mas não consegue" experimento 1 | 25 de outubro de 2006 - café da vinte - salvador, BA, Brasils" (arteist | )

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Estudo: "Crianças com Down vão bem em escolas regulares"

"O desenvolvimento escolar de crianças com síndrome de Down é muito semelhante ao das que não apresentam prejuízos cognitivo, sensorial ou motor. As conclusões de um estudo realizado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto (FMRP-USP) reforçam a importância da inclusão social desses alunos e o acesso às escolas regulares.

Resultado da dissertação de mestrado da terapeuta ocupacional Patrícia Páfaro Gomes Anhão, a pesquisa comparou seis crianças, entre 3 e 6 anos, portadoras da síndrome, também conhecida como trissomia do cromossomo 21, com outras seis, da mesma faixa etária, sem nenhum distúrbio, por meio de filmagens em cinco escolas da rede municipal da cidade. Dois tipos de habilidades foram analisados: interpessoal e de autoexpressão. Na primeira, o foco foi a interação com outras crianças e adultos, disputa pela atenção da professora, estabelecimento de contato inicial, ocorrência de brigas e comportamentos de autodefesa.

Nas habilidades de autoexpressão foram incluídos o choro e o riso, como a criança agia ao ficar sozinha, o canto e a imitação dos colegas e da educadora. As filmagens revelaram que as crianças com Down só se diferenciaram das demais em dois dos 15 comportamentos analisados. Elas imitaram os coleguinhas com maior frequência e tiveram mais dificuldade para estabelecer contato no primeiro momento. Para a autora, que trabalha na área de estimulação precoce da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), de Ribeirão Preto, esses resultados devem ajudar os pais a entender que seus filhos precisam do ensino regular e não apenas do especial. A motivação da pesquisa, segundo ela, foi o Plano Social regulamentado pelo Governo Federal em 2007, que prevê a adaptação das escolas públicas com o objetivo de incluir pessoas com deficiência até 2010. Embora a garantia já faça parte da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (1996), esse processo ainda causa medo e angústia nos pais, afirma a pesquisadora. “O estudo também vai contribuir para que surjam novas pesquisas sobre outros aspectos da relação dessas crianças com o meio, na chamada primeira infância, uma vez que a interação social é um dos principais aspectos de seu desenvolvimento”, declarou a autora." (UOL/Gazeta.web)

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"Os Benefícios Da Equoterapia Para Crianças Com Necessidades Educativas Especiais"


“A aprendizagem ocorre como um resultado da interação entre o aluno e seu ambiente. Sabe-se que a aprendizagem ocorreu quando se observa que há modificação no desempenho escolar.”
Robert Gagné
Imagem: Águeda Marques Mendes
Para que ocorra aprendizagem é necessário que haja interação entre o indivíduo e seu ambiente, sendo que a qualidade dessa interação vai afetar diretamente a qualidade da aprendizagem. Nesse processo, fatores como a capacidade de manter a atenção concentrada, a capacidade de estabelecer vínculos afetivos e a autoconfiança assumem um papel de relevada importância. Partindo dessa premissa, a Equoterapia se insere muito bem no contexto da aprendizagem, principalmente no que diz respeito às crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem nas áreas da leitura, escrita, matemática, psicomotricidade ou social. A terapêutica começa a acontecer no momento em que o aluno entra em contato com o animal. Inicialmente, o cavalo representa um problema novo com o qual o praticante terá que lidar, aprendendo a maneira correta de montar ou descobrindo meios para fazer com que o animal aceite seus comandos (como, por exemplo, levá-lo aos lugares em que deseja ir). Essa relação, por si só, já contribui para o desenvolvimento da sua autoconfiança e afetividade, além de trabalhar limites, uma vez que nessa interação existem regras que não poderão ser infringidas. Outro aspecto a ser destacado é o fato de que a Equoterapia requer do praticante a atenção concentrada durante os trinta minutos em que a sessão se desenvolve. Este é um fator bastante importante para o bom desempenho do aluno na escola, pois a atenção, segundo estudiosos como Vítor da Fonseca, é a base do aprendizado. Atenta, a pessoa seleciona o que quer aprender e guardar em sua memória para utilizar posteriormente. Além disso, essa terapia auxilia o praticante a se organizar em relação ao seu espaço (o seeting terapêutico ou picadeiro), a desenvolver a seqüencialidade de seus atos até montar e comandar o cavalo, a aprimorar percepções auditivas, visuais, táteis cinestésicas, proprioceptivas, a desenvolver o equilíbrio, a postura, a lateralidade, as motricidades ampla e fina, o esquema e conscientização corporal e contribui, inclusive, para o enriquecimento de seu vocabulário. Com todos esses fatores associados durante o trabalho desenvolvido na Equoterapia, o praticante é motivado e estimulado a adquirir novos conhecimentos e a manter todos os seus sentidos ativados, o que o prepara para um melhor aprendizado da leitura, escrita e matemática.
* Águeda Marques Mendes é Pedagoga, Pós-Graduanda em Psicopedagogia.
Coordenadora do Centro de Equoterapia Porto Alegre – CEPA

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