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Uma rede social para adolescentes com Perturbações do Espectro Autista (PEA)

janeiro 29, 2012



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Dia Mundial de Consciencialização sobre o Autismo

abril 02, 2011


Imagem do site "World Autism Awareness Day "

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"Os Benefícios Da Equoterapia Para Crianças Com Necessidades Educativas Especiais"

outubro 10, 2009


“A aprendizagem ocorre como um resultado da interação entre o aluno e seu ambiente. Sabe-se que a aprendizagem ocorreu quando se observa que há modificação no desempenho escolar.”
Robert Gagné
Imagem: Águeda Marques Mendes
Para que ocorra aprendizagem é necessário que haja interação entre o indivíduo e seu ambiente, sendo que a qualidade dessa interação vai afetar diretamente a qualidade da aprendizagem. Nesse processo, fatores como a capacidade de manter a atenção concentrada, a capacidade de estabelecer vínculos afetivos e a autoconfiança assumem um papel de relevada importância. Partindo dessa premissa, a Equoterapia se insere muito bem no contexto da aprendizagem, principalmente no que diz respeito às crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem nas áreas da leitura, escrita, matemática, psicomotricidade ou social. A terapêutica começa a acontecer no momento em que o aluno entra em contato com o animal. Inicialmente, o cavalo representa um problema novo com o qual o praticante terá que lidar, aprendendo a maneira correta de montar ou descobrindo meios para fazer com que o animal aceite seus comandos (como, por exemplo, levá-lo aos lugares em que deseja ir). Essa relação, por si só, já contribui para o desenvolvimento da sua autoconfiança e afetividade, além de trabalhar limites, uma vez que nessa interação existem regras que não poderão ser infringidas. Outro aspecto a ser destacado é o fato de que a Equoterapia requer do praticante a atenção concentrada durante os trinta minutos em que a sessão se desenvolve. Este é um fator bastante importante para o bom desempenho do aluno na escola, pois a atenção, segundo estudiosos como Vítor da Fonseca, é a base do aprendizado. Atenta, a pessoa seleciona o que quer aprender e guardar em sua memória para utilizar posteriormente. Além disso, essa terapia auxilia o praticante a se organizar em relação ao seu espaço (o seeting terapêutico ou picadeiro), a desenvolver a seqüencialidade de seus atos até montar e comandar o cavalo, a aprimorar percepções auditivas, visuais, táteis cinestésicas, proprioceptivas, a desenvolver o equilíbrio, a postura, a lateralidade, as motricidades ampla e fina, o esquema e conscientização corporal e contribui, inclusive, para o enriquecimento de seu vocabulário. Com todos esses fatores associados durante o trabalho desenvolvido na Equoterapia, o praticante é motivado e estimulado a adquirir novos conhecimentos e a manter todos os seus sentidos ativados, o que o prepara para um melhor aprendizado da leitura, escrita e matemática.
* Águeda Marques Mendes é Pedagoga, Pós-Graduanda em Psicopedagogia.
Coordenadora do Centro de Equoterapia Porto Alegre – CEPA

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Depoimento de uma Mãe | Inclusão?

julho 02, 2009

"Bom dia a todos

Moro em Montreal, no Canadá, e por aqui a situação não é muito diferente.
Desculpe se falo algo que desagrada, mas Inclusão é o tipo da coisa para ser tratada como (longo) processo, invariavelmente doloroso, em maior ou menor escala.
Achar que a escola, a sociedade passam a adotar a Inclusão simplesmente porque um Decreto ou Lei foi assinado é não querer ver a realidade. Incluir crianças autistas no Maternal é "mole". Meu filho passou por isso e foi uma experiência muito muito boa (era meio período na escola especial e meio na regular, com intensa troca de informações entre elas e muita vontade de aprender, de ambas as partes).
Mas temos que admitir que nós mesmos, pais, algumas vezes não entendemos direito nossos filhos e temos até problemas em resolver problemas de relacionamento entre os irmãos. Imagine as professoras! Muitas só ouviram falar em Autismo nos filmes; a formação acadêmica que as habilita ao magistério é fraquíssima no assunto. E eles demandam mais atenção, muitas vezes, do que todo o resto da classe junto.
Então, não se iludam: pode-se até achar uma escola ou professora preciosos nesta área, mas a regra geral é que:
  • 1o - as escolas e professores ainda estão muito longe de estarem preparados para a Inclusão, entendendo-se isso como algo que será deveras construtivo para o desenvolvimento da criança, sem deixar traumas;
  • 2o - pais que acham que a escola deve fazer isso ou aquilo porque existe um decreto em vigor e eles que se virem p/ cumprir o decreto, é comparável àqueles "bichinhos" australianos que enfiam a cabeça no buraco p/ "se livrar" do problema. Esquecem que se pode até interditar uma instituição ou se punir pessoas por não cumprir a lei, mas deixar crianças na porta da escola pela manhã e ir buscá-las à tarde, confiando no "poder da Lei" somente, pode ser muito prejudicial à criança. E, como diz meu filho, "aí já era!". Vcs vão arriscar?
Por aqui o modelo é diferente, depois que várias tentativas de "Inclusão clássica" troxeram mais prejuizos que benefícios (nas palavras do primeiro professor do meu filho, na escola elementar ainda, que era Mestre em Ed. Especial): a escola pública que frequentávamos tem turno único (8 às 3) e tinha duas salas especiais para autistas: uma turma de 6 a 9 anos e outra de 10 a 12, com dois profissionais "a bordo" e no máximo 6 crianças em cada uma. Eles tinham toda a "parte acadêmica" nestas salas e se benefeciavam da inclusão social no ônibus da escola, na ed física no ginásio, nos passeios, nos intervalos no pátio, nas frequentes gincanas entre as turmas, onde eles eram distribuídos pelas turmas "normais", enfim, tinham muitos colegas, eram conhecidos, amados e ajudados por todos nestas frequentes atividades extra classe, pois o sistema os protege das naturais chacotas que vêm dentro da aula de ciências ou matemática, por exemplo. E olha que o currículo por aqui é muito mais fraco que no Brasil.

Após passar mais de 4 anos neste esquema, meu filho terminou o ensino elementar com um nível de desenvolvimento social e de comunicação fantástico. Por conta disso, resolvemos colocá-lo numa escola secundária "semi-especial", isto é, uma escola que tem poucos alunos por sala (máximo 12) destinada a alunos com problemas de aprendizagem, não necessariamente autistas. Ele e outro colega (também autista) passaram este 1o ano com uma auxiliar em classe, mas o esquema era o de uma sala regular, com currículo acadêmico regular diferenciado (um pouco mais fraco - tem isso por aqui), mas com nada do que conheço destinado especificamente a pessoas como os nossos filhos.
Resultado: Daniel até ficou mais "experto" e independente, mas ficou muito mais autista (estereotipias, ecolalias, resistente a mudanças, diminuiu a interação comunicativa, ficou mais nervoso em casa e em lugares públicos, etc). Estamos transferindo ele para a escola especial, que tem o mesmo conteudo acadêmico e até formação profissional, mas principalmente tem programa escolar desenvolvido para autistas, com toda a sorte de estimulação que faz com que eles se desenvolvam mais. Outro aspecto é que tiramos ele da pressão diária que sofria dos colegas "normais", adolescentes como ele. É da idade e acontece mesmo que um exército de professores e monitores estejam vigiando todo o tempo.

Portanto, pelas estórias que ouvi e por experiência própria, eu, que era adepto fervoroso da Inclusão nos moldes do que se fala aqui (aquela do decreto), mudei de opinião. Defendo a Inclusão total no Maternal e, à medida que vão crescendo, vamos dosando esta Inclusão, para que tenham o máximo ganho da socializaçào (convívio e participação com todos) e do desenvolvimento em outros aspectos que só programas customizados às suas necessidades, em ambientes protegidos, oferecem uma relação custo X benefício (psicológico) amplamente favorável.

E ainda um último detalhe: manter um ajudante em sala de aula p/ nossos filhos custa dinheiro. Será que os outros pais estão dispostos a "rachar" esta conta numa boa ou isso, por si, já não seria motivo de rejeição aos nossos meninos?

Como falei no início, esta é somente minha opinião, baseada na minha experiência. Ninguém é obrigado a concordar com ela. Mas tenho a impressão que partir para o confronto, partir para a Justiça e/ou Polícia contra a escola, é esforçar-se para conseguir inimigos e desconstruir a Inclusão. Pensem que, do outro lado, existem outros fatores que, muitas vezes, nossos ideais não conseguem vizualizar. Cuidar de 20, 25 crianças na sala não é p/ qquer um. Imaginem colocar um dos nossos junto? Duvido que a professora consiga fazer por ele o que uma turminha de 6, com auxiliar, é capaz de fazer." (Depoimento de uma mãe em http://br.groups.yahoo.com/group/tidmania/)

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INSIDE VISION – 2009 18 a 19 de Junho

maio 18, 2009

Imagem: Autism Advocacy | Causas no Facebook




Local : Auditório da FECAP - Rna Senhora das Dores, 111 – Porto (à Rua de S. Victor)

  • 10h00/12h00 – Autista Equilibrado.
  • 14h00/16h00 – Adaptar o Mundo.
  • 16h10/18h15 – Adaptar-se ao Mundo.
  • 18h15/18h30 – Sessão de Encerramento

Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo Rua D. Carlos I, 110. 4430-258 V. N. Gaia. Tel. 22 7169550. Fax. 22 7169559 E-mail. Geral@appda-norte.org.pt. www.appda-norte.org.pt

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Autismo | 1º Congresso Internacional de Análise Comportamental em Portugal:

maio 13, 2009

"O Centro ABCReal Portugal, Cooperativa de Solidariedade Social, instituição que é responsável pela implementação em Portugal, do primeiro centro de intervenção baseada em Applied Behavior Analysis em crianças e jovens autistas que foi fundado em Setembro de 2008, tem o gosto de anunciar que irá realizar o Primeiro Congresso Internacional sobre o ABA em Portugal.

O ABA ou Applied Behavior Analysis (Análise Comportamental Aplicada) é uma área científica com cerca de 40 anos de investigação e história, sendo a única metodologia que apresenta evidência científica da sua eficácia e segurança no tratamento do Autismo, com taxas de recuperação para um “funcionamento normal” que atingem, nos estudos com melhores resultados, os 47%.

O “1º Congresso Internacional de Análise Comportamental em Portugal: Passado, Presente e Futuro” organizado em Parceria com a Aims-Portugal, Universidade Lusófona e Fundação Calouste Gulbenkian, vai reunir em Portugal, na Fundação Calouste Gulbenkian, nos dias 18 e 19 de Junho de 2009, peritos mundiais no domínio do ABA e do Autismo.

A importância do Autismo é cada vez maior devido ao seu misterioso intenso crescimento.
Assim, maior se torna a necessidade de divulgar o que é o ABA porque informar é também Intervir.
Uma conjugação que faz com que este Congresso coloque Portugal no centro do Mundo!
Estão oficialmente abertas as inscrições, e para quem nos visite de fora encontrará as melhores condições para a sua estadia no link da Aims-International abaixo.
Informações detalhadas sobre o programa estão disponíveis em ambos os Portais e nos materiais de divulgação em anexo.
Aproveitamos esta oportunidade para pedir a todos uma ajuda na divulgação deste importante evento.

Muito obrigado!
Centro ABCREAL Portugal"


Recebido por e-mail | autismoportugal.yahoogrupos.com.br

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Autism Symptoms Checklist: What to Look For

abril 02, 2009

Imagem Asperger Square 8

"Autism is in the media now more than ever before; one in every 150 children born in the U.S. is autistic. Four times as many boys as girls have the condition, making the likelihood of a male child having autism one in 94. This is a dramatic increase from 20 years ago, but it’s not known whether it’s attributable to an improved ability to diagnose the disease or to more cases of autism in general. Usually a parent or caregiver notices that there is something about their child that doesn’t seem right. There is a strong genetic component to this complex developmental disability, although a variety of factors are suspected causes.
Autism Diagnosis by Age Three
Although many infants are diagnosed with autism, sometimes autism symptoms don’t appear until months or even years later. A child with normal language skills may regress, becoming withdrawn or aggressive. Still, most cases are diagnosed before three years of age. Autism is classified as a “spectrum disorder” with a wide range of symptoms that affect individuals in varying degrees. Three categories of development are usually affected, but autistic children will show different levels of disability in each area. Following are typical autistic indicators to watch for:
Social Interactions and Relationships
• Doesn’t respond to his or her name • Doesn’t make friends with children the same age • Very limited eye contact • Resists cuddling and holding • Lack of empathy • Lack of interest in sharing interests or achievements with others
Nonverbal and Verbal Communication
• Starts talking later than other children (up to 40% of autistics never speak) • Doesn’t make eye contact when requesting things • Difficulty initiating and maintaining a conversation • Difficulty catching on to implied meaning (such as humor); everything is taken literally • Repeats words or phrases verbatim (may repeat the same phrase over and over: echolalia)
Behavioral Adaptations
• Need for sameness or routines (upset by slightest change) • Repetitive movement (rocking, spinning, hand flapping) • Focus on a part of a toy, rather than the entire thing • Lack of spontaneous play or make-believe • Inability to stay still
Autism isn’t curable but it is treatable. Autism symptoms usually diminish with age. Studies demonstrate that early intervention leads to improved quality of life for the autistic child. For more insight, read the autism blog of an autistic woman." (by Debbie Marsh, Disaboom)

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Autism Awareness Month

abril 01, 2009


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'Parents deserve a voice in determining the direction of autism research'

maio 10, 2008

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Scribd Feed for group: Educação Inclusiva

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