Após dois anos de silêncio, Miranda Correia dá ar de sua graça ...

julho 08, 2010

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Luís Miranda Correia

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Tools and Resources - UN documents

março 03, 2010

UN documents
The conventions has cyclic systems of reporting: the state submits a report each 4-5 years to the committee of independent experts, who responds with a set of questions issued to the state, a face-to-face meeting in Geneva then takes place and a final set of concluding recommendations or observations on the status and rate of implementation is issued. All this takes place in public. This current system of many different committees and reporting cycles does produces a lot of paper and can be a huge burden on national civil services, and leave much room for deference and delays. But they also provide many opportunities for civil society: to either work with the state, or to produce a critical shadow report which will always be considered by the committee; and to use both the process and the observations to “name and shame”, keeping up and renewing due pressure on the state.
For all UN human rights documents, visit: The Universal Human Rights Index (www.universalhumanrightsindex.org)
The number of UN documents is ever-growing, but many of them can be extremely useful to campaigners. The Right to Education Project cannot keep track of this. So we refer to the UN’s database for identifying what fits your specific interest or campaigning needs.
The Universal Human Rights Index gives this access. The index is based on the observations and recommendations of the following international expert bodies: 
  1. Committees of independent experts of the treaty bodies monitoring the implementation of the core international human rights treaties (since 2000)
  2. Special Procedures of the Human Rights Council (since 2006) – both country and thematic reports, see esp. under education, minorities, gender etc
Therefore please do take your time to search The Universal Human Rights Index. It is available in 6 languages
Simple searches can be carried out directly on the home page. Document can be searched by entering a keyword, a country, a body or a right, or any combination of these elements.
The advanced search link makes it possible to refine searches by: combining criteria (e.g. several countries, bodies or rights at the same time); combining keywords; using ‘affected persons’ as a criterion; by the year of publication; or by symbol.

What to look for?
We recommend that you either look at the references to education/gender/minorities/discrimination etc in the concluding observations by the committee, in order to use these views in your campaigning.
Furthermore, you should visit the individual committees, to keep track of when your country is up for review next time, if a report has recently been posted and when it therefore is opportune to produce a civil society shadow report to counter-balance the official state report.
The major committees dealing with education rights and non-discrimination are:
If you do not find what you seek or otherwise need further advice on navigation, please do not hesitate to contact us and we will aim to help you as best we can: info[at]right-to-education.org
For more information please also visit the pages of the highly useful Bayefsky.com database.

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Tools and Resources: Reports and Links

RTE Right to Education Project

Duncan Wilson: Human Rights: Promoting gender equality in and through education.

Save the Children Save the Children

The Power and Promise of Girl’s Education

The Convention on the Rights of the Child and Quality Education

UNESCO UNESCO

EFA Global Monitoring Report

UNICEF UNICEF

UNGEI UNGEI

UNIFEM UNIFEM

Women’s Refugee Commission


OTHER LINKS: 

A.
ANCEFA - Africa Network Campaign on Education For All
B.
C.
CLADE - The Latin-American Campaign for the Right to Education
E.
F.
G.
H.
I.
M.
O.
S.
T.
W.

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Recomendo: Global Campaign for Education

GCE NEWS
CAMPAIGN NEWS
EDUCATION NEWS

Fonte: http://www.campaignforeducation.org/

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Rights and Dignity of Persons with Disabilities

março 01, 2010

Highlights
64th session of the General Assembly 

Reports of the Secretary-General:
Convention in Brief
Fonte: Secretariat for the Convention on the rights of persons with disabilities
The Convention on the Rights of Persons with Disabilities and its Optional Protocol are serviced by a joint Secretariat, consisting of staff of both the United Nations Department of Economic and Social Affairs (DESA), based in New York, and the Office of the High Commissioner for Human Rights (OHCHR) in Geneva. This Enable website is provided by DESA.

LINK: http://www.un.org/disabilities/ 

Site developed by the UN Web Services Section, Department of Public Information and maintained by the Secretariat for the Convention on the Rights of Persons with Disabilities, Department of Economic and Social Affairs © United Nations 2008-2009

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'UNICEF : For every child 2010'


"For Every Child" is a new UNICEF video which highlights the importance of realizing children's rights as foreseen in the Convention on the Rights of the Child.

The four and a half minute video is set to music by UNICEF Canada Ambassador Steve Barakatt. The orchestral piece, composed to commemorate the 20th Anniversary of the Convention on the Rights of the Child, features solo contributors from a variety of UNICEF Goodwill Ambassadors and other supporters.

For more information...please visit:
http://www.unicef.org/

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Em destaque: ProfBlog

fevereiro 01, 2010

por Ramiro Marques
"E que tal 50 alunos NEE para 4 professores de Educação Especial? É uma média de 1 turma por professor. Estamos a tapar o sol com a peneira, dizemos que todos os alunos têm apoio especializado...quando o apoio é de 45m a cada aluno com currículo especifico...isto é simplesmente anedótico...a verdade é que por trás destes alunos estão pais com baixo nível académico, pouco reivindicativos, que acham que terem os seus filhos na escola é um grande favor. 
É a isto que se chama escola inclusiva? Atirar as crianças para turmas de 20 alunos que estão a tempo inteiro sem fazer nada porque não existem recursos humanos de Educação Especial? Penso que a intenção é acabar com a Educação Especial, atirando as crianças para as salas de aula normal, e os professores do regular que se desenrasquem. 
E depois, temos a chamada "gestão democrática nas escolas", em que o Director, sem qualquer formação a nível da Educação Especial, manda "bitoques" p´ro ar dizendo quem deve ou não entrar para o 3/2008 porque a precentagem não pode ultrapassar os 1.7......que descalabro este governo e esta gestão das escolas.
Nely"

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'São precisos novos planos para alunos em dificuldades'

janeiro 31, 2010

Por Graça Barbosa Ribeiro
"Nesta altura do ano lectivo, as escolas preparam-se para estender os chamados "planos de recuperação" a todos os estudantes que até à interrupção das aulas para o Carnaval apresentem indícios de que terão dificuldade em transitar de ano. Em 2007/08 foram quase 188 mil - cerca de um quarto da população escolar do ensino básico - a beneficiar deste instrumento de luta contra o insucesso. Mas isso não significa que ele seja bem-amado por professores, pais e directores de escolas, que reclamam que a nova ministra da Educação, Isabel Alçada, faça uma avaliação rigorosa da sua eficácia.

No ano lectivo 2007/08 foram quase 188 mil os alunos que beneficiar dos "planos de recuperação" (Enric Vives-Rubio)

Os planos de recuperação nasceram através de um despacho de Dezembro de 2005 que instituiu, também, os planos de acompanhamento e os de desenvolvimento. Se estes últimos se destinam a estudantes com capacidades excepcionais, os de acompanhamento dirigem-se a crianças que ficaram já ficaram retidas e visam evitar reprovações repetidas, sendo aplicados desde o início do ano lectivo. Aos planos de recuperação são submetidos os alunos que apresentam indícios de que poderão vir a reprovar e que são identificados no final do primeiro período (se tiverem classificação negativa a três ou mais disciplinas) ou, então, nesta altura do ano, após os primeiros testes do período, antes das miniférias de Carnaval.

O objectivo dos planos é dar àquelas crianças tratamento especial e individualizado. Os de recuperação, nomeadamente, incluem medidas a desenvolver pela escola (como "acções de pedagogia diferenciada em sala de aula", actividades de compensação ou aulas extra) e implicam o envolvimento do próprio aluno (que se compromete a fazer os trabalhos de casa ou a estar atento nas aulas, por exemplo) e dos seus pais (a quem é pedido que se assegurem de aspectos como a assiduidade e a pontualidade dos filhos ou que vão observando os cadernos diários).

A questão é que os dados mais recentes que o Ministério da Educação (ME) disponibiliza, referentes ao ano lectivo 2007/2008, "não são animadores", como frisou, em declarações ao PÚBLICO, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida.

O que falhou?

Num universo de 764 mil alunos contabilizados (os do Centro do país não foram tidos em conta) foram aplicados, naquele ano, 187.638 planos de recuperação e 40.201 planos de acompanhamento, números que surpreenderam o próprio secretário de Estado que assinou o despacho, Valter Lemos. "Seria de esperar que não houvesse tantos alunos com tantas dificuldades", comentou, na altura.

No final do ano, os resultados escolares provocaram manifestações de regozijo comedidas entre os governantes. Apesar de uma ligeira melhoria em relação ao ano anterior, a taxa de reprovações manteve-se alta entre os alunos submetidos aos dois tipos de plano: cerca de um quarto dos elementos de cada grupo não transitou.

"É de saudar qualquer evolução positiva, nomeadamente o aumento das transições em nove por cento e a diminuição das retenções em oito por cento entre os alunos com planos de recuperação. Mas, globalmente, o número de retenções continua a ser uma tragédia", avalia Albino Almeida.

O presidente da Confap considera que "a falha" resulta do facto de os planos assentarem "num tripé - escola, aluno e família - com dois pés de duvidosa sustentabilidade". "A legislação manda que se envolva a família mas, na maior parte dos casos, os pais destas crianças estudaram menos do que os filhos ou já não se lembram do que aprenderam ou têm dois empregos para os sustentarem, não dispondo de conhecimentos e de tempo para os apoiarem", especifica.

"Processo burocrático"

Em relação aos alunos, "crianças completamente desmotivadas", Albino Almeida acredita que a solução é "antecipar a orientação vocacional e aumentar e diversificar as alternativas de formação profissional". Não culpa os professores: "Para além de ser difícil envolver o aluno e a família, o processo é complexo e burocrático", considera.

Aquela é uma ideia que Ana Paula Cardoso, docente de Português e membro do Conselho Nacional da Associação Nacional de Professores, reforça: "Passa pela cabeça de alguém que olhemos para um aluno com dificuldades e não façamos os possíveis e os impossíveis para o ajudar? Antes de a lei a isso obrigar já nós fazíamos o previsto nos actuais planos de recuperação; só não perdíamos tanto tempo a preencher papeladas."

Ana Paula Cardoso e Pedro Araújo, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, alertam que a "atenção individualizada a um aluno não se decreta". "É necessário criar condições que não existem: as turmas têm um número demasiado elevado de alunos, dos quais vários com planos de apoio e de recuperação; os programas das diversas disciplinas são extensos; não há professores disponíveis para darem o número de aulas de apoio que seria desejável...", enumera Pedro Araújo.

Ambos reclamam, como o presidente da Confap, a reavaliação das medidas. "Irão verificar que a maioria recupera à semelhança do que acontecia antes, sem despachos e burocracias", assegura Ana Paula Cardoso. Alerta que, "muitas vezes, um professor ter tempo para se sentar com um aluno e conversar durante uma hora é mais proveitoso do que dar-lhe cem horas de aulas de apoio". "Confiem em nós, deixem-nos trabalhar", pede.

Fonte: Público, 31.01.2010 - 08:36

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'Crianças com dislexia sem ajuda no ensino público'

por JOEL BALSINHA

José Pedro Varela, de 13 anos, aprendeu desde pequeno a viver com dislexia. "Foi-se adaptando e construiu a sua vida em torno da dislexia. Faz tratamento desde a terceira classe, que passa pelo apoio à leitura e à escrita", contou ao DN a mãe, Conceição Moreira. Mas a família não conseguiu encontrar ajuda no ensino público: "Não sabiam lidar com uma criança assim. A Escola Egas Moniz em Guimarães queria excluí-lo do ensino por deficiência. Ele não teria aulas de Português."

A doença do José, segundo os especialistas, atinge 12% das crianças e as escolas não estão a acompanhar devidamente estes miúdos. O alerta é da presidente da Associação Portuguesa de Dislexia, Helena Serra, que adianta que há cada vez mais menores com este problema. "O número de rapazes é superior ao feminino, numa relação de três para um, e tem-se verificado um aumento de crianças disléxicas no ensino obrigatório", disse ao DN Helena Serra. Mas "só os casos mais graves de dislexia têm acompanhamento especial", garante, por seu lado, Teresa Alves, professora especializada em educação especial do Agrupamento de Escolas Eugénio de Andrade. Segundo esta docente, na maioria das vezes, só cegos e deficientes são considerados alunos com necessidades, beneficiando de um programa personalizado dado pela professora da disciplina e de uma série de condições especiais de avaliação.

Já o neuropediatra Nuno Lobo Antunes, que acompanha miúdos com dislexia, diz que é muito importante os alunos terem apoio de pais e professores Só assim estas crianças "conseguem ter uma vida boa, quase normal".
Fonte: DN

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As Boas Festas do Prof. Goulão!

dezembro 19, 2009


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' Prémio Direitos Humanos 2009 atribuído à Associação Portuguesa de Deficientes'

dezembro 11, 2009

Lisboa, 09 Dez (Lusa) - O Prémio Direitos Humanos 2009, instituído pela Assembleia da República, foi atribuído à Associação Portuguesa de Deficientes, "em virtude do trabalho desenvolvido em prol da integração das pessoas com deficiência", anunciou hoje o Parlamento.

"O júri do Prémio Direitos Humanos - constituído no âmbito da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias e composto pelos deputados Osvaldo de Castro (presidente), Ricardo Rodrigues (PS), Guilherme Silva (PSD), António Filipe (PCP), Telmo Correia (CDS-PP), Helena Pinto (BE) e José Luís Ferreira (PEV) - comunica que, por decisão do presidente da Assembleia da República sob proposta deste júri, foi atribuído o Prémio Direitos Humanos 2009 à Associação Portuguesa de Deficientes, em virtude do trabalho desenvolvido em prol da integração das pessoas com deficiência", refere um comunicado do Parlamento.

O júri deliberou ainda propor a atribuição da medalha de ouro comemorativa do 50.º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem conjuntamente à operação "Nariz Vermelho", pela "obra levada a cabo no sentido de tornar mais terna e feliz a experiência das crianças internadas em instituição hospitalar", e a Catarina de Albuquerque, pelo "extenso trabalho desenvolvido na defesa dos Direitos Humanos no plano nacional e internacional".
Fonte: RTP online

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Conclusões do 1º Congresso Internacional "Ser Professor de Educação Especial"

Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial

1º Congresso Internacional“Ser Professor de Educação Especial”
27, 28 e 29 Novembro, 2009
A Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial, realizou de 27 a 29 de Novembro o Primeiro Congresso Internacional subordinado ao tema“Ser Professor de Educação Especial”, com a presença de alguns dos mais proeminentes académicos e investigadores nacionais e internacionais. Os cerca de500 participantes, na sua maioria professores desta área, debateram, ao longo das mais de 70 conferências e comunicações, temas actuais relacionados com a Educação Inclusiva, Sistemas Educativos, Avaliação e Intervenção Educacional, Profissionalidade, Avaliação e Formação Docente, entre outros.
Da riqueza dos debates e das comunicações apresentadas, concluiu-se o seguinte:

CONCLUSÕES

1-EDUCAÇÃO INCLUSIVA:

É necessário de continuar a reforçar o desenvolvimento de um modelo de Educação Inclusiva como caminho inovador, necessário e positivo para a melhoria da Educação para todos os alunos. A Educação Inclusiva (EI) é uma reforma educacional que tem por objectivo a melhoria e promoção do acesso e a eliminação da exclusão. Esta reforma é vista actualmente no âmbito dos direitos educativos dos alunos e deve portanto ser assumida no âmbito das políticas educativas globais e não apenas por um sector ou um grupo.

2-PRÁTICAS:

A construção da EI implica transformações em todo o sistema educativo e nas escolas em particular: num ensino focado na aprendizagem, no currículo comum, nas interacções de grupo, no desenvolvimento de métodos activos e com recurso às TIC e na implementação de modelos de diferenciação pedagógica para todos os alunos. Devem assim, ser abandonadas as abordagens centradas nas incapacidades que se podem atribuir a alguns alunos. A escola regular pública é o local onde se constrói a Educação Inclusiva e a classes regulares são os contextos preferenciais de aprendizagem onde floresce a Inclusão. Desta forma, a escola deve-se implicar em processos de transformação e diferenciação e dispor de recursos humanos e materiais para responder aos desafios que se lhe colocam. Foi realçado que uma política de EI beneficia todos os alunos quer nas suas aprendizagens quer nas suas atitudes.

3-CENTROS DE RECURSOS:

Nesta linha, foram analisados de forma crítica, a criação dos Centros de Recursos para a Inclusão (CRI).Recomenda-se que estes não surjam de forma desarticulada das escolas e que não vinculem formas mais conservadoras de intervenção na Educação Especial. Deverão responder às necessidades das escolas em termos de cooperação e capacitação, numa lógica de parceria e de diálogo. Estas estruturas deverão ser pólos dinamizadores de colaboração com as escolas, ao nível do apoio, acompanhamento e avaliação, para as fortalecer na tarefa de desenvolver práticas inclusivas. Foi realçado que as parcerias entre as escolas regulares e os CRI são essenciais como aprendizagem mútua de toda a complexidade do processo educativo inclusivo.

4-FINANCIAMENTO:

Propõe-se a melhoria do processo de afectação de recursos técnicos e financeiros, dirigida directamente aos Agrupamentos de Escolas (onde os alunos realmente se encontram), criando uma política inclusiva também ao nível do financiamento. Foi repetidamente evocada a necessidade de fortalecer a escola com mais recursos para poder atender a diversidade.

5-COOPERAÇÃO:

Um dos termos mais usados foi o da” cooperação”entre alunos, entre professores, entre escolas e entre comunidades. Foi apresentada como um dos pilares da Inclusão, a necessidade de todos os intervenientes trabalharem em conjunto/ cooperação/ parceria. O trabalho em equipa é fundamental para apoiar todos os alunos, devendo ser criados mecanismos que permitam desenvolver estes processos nas escolas e dentro do horário dos docentes como prática corrente e sistemática.

6-AVALIAÇÃO DOS ALUNOS:

É igualmente consensual que a avaliação dos alunos se deve centrar na recolha de informação sobre as capacidades, necessidades e aprendizagens, possibilitando ao professor dispor de informação para melhorar o ensino, em vez de se centrar na classificação das incapacidades. É fundamental promover a avaliação formativa e a criação de equipas multidisciplinares centradas nas escolasou agrupamentos, para avaliar e acompanhar os alunos.

7-EDUCAÇÃO ESPECIAL:

A Educação Especial só se torna realmente eficaz quando se desenvolve num contexto de Educação Inclusiva. Olhando a escola como uma comunidade de aprendizagem verifica-se que a Educação Especial não deve ser um trabalho paralelo, mas sim complementar, integrado no processo regular de ensino-aprendizagem. A Educação Especial não é inclusiva só por si, tem de haver uma intencionalidade que a faça contribuir realmente para a Inclusão.

8-DOCENTE DE EE:

É também consensual a necessidade de clarificar a especificidade da profissão de docente de Educação Especial (EE), através da valorização da sua identidade profissional no âmbito de uma acção transversal e de apoio global a toda a escola, bem como na promoção de práticas diferenciadas, nas parcerias em contexto, na cooperação, nos processos de avaliação, planificação e intervenção. Apesar das competências específicas que lhe são atribuídas, a actividade destes docentes, não se pode reduzir a numa intervenção meramente técnica e isolada. O professor de EE deve constituir-se como um recurso de apoio e coordenação dos esforços da escola na resposta à diversidade. Desta forma, devem ser também repensados os rácios presentes de colocação, a divisão do grupo disciplinar e a distribuição da carga horária.

9-MODELO DE FORMAÇÃO DOCENTE:

Debatendo e comparando as realidades profissionais de diversos países, foi considerado de extrema importância repensar a formação dos docentes de Educação Especial no âmbito da complexidade dos desafios que se colocam na construção de uma Educação Inclusiva, no âmbito da parceria, da cooperação e das transformações no ensino e na escola. A formação deve decorrer de acordo com os modelos pedagógicos semelhantes aos que lhe serão exigidos implementar enquanto profissional. A presença de alunos com dificuldades na sala de aula é vista como uma forte motivação para a formação em serviço dos professores.

10-DIÁLOGO INSTITUCIONAL:

As questões levantadas ao longo do debate e a análise das práticas de outros países, deixaram clara a necessidade de um maior diálogo institucional em Portugal e de uma real audição dos diversos intervenientes, nomeadamente associações docentes, como parceiros privilegiados na avaliação, na formação e na planificação das medidas legislativas e políticas. Ficou claro que a EE actual necessita de uma discussão alargada em relação às linhas e modelos a seguir, bem como uma avaliação das medidas implementadas.Não deve haver uma política casuística. A investigação e os saberes devem concorrer para a construção de uma política sólida.

11-LEI PORTUGUESA:

Nesta lógica, a lei em vigor (3/2008) deve ser alvo de um acompanhamento específico, de uma avaliação participada e da introdução de melhorias, de forma a adequar as medidas implementadas aos princípios que defende. Foram elencadas discrepâncias entre os princípios do seu preâmbulo e algumas medidas práticas apresentadas no articulado.

12-CONCEITOS:

Ao contrário do que acontece noutros países, em Portugal não estão claramente definidos os conceitos básicos nesta área,nomeadamente Inclusão, Educação Especial, Necessidades Educativas Especiais, o que leva a diferentes interpretações em diferentes contextos,nomeadamente o conceito de Necessidades de Carácter Permanente, quec arece de clarificação. Torna-se necessária e elaboração de um código de ética, clarificador e regulador dos valores e das práticas profissionais.

13-INTERVENÇÃO PRECOCE:

A investigação internacional comprova os efeitos positivos da intervenção precoce no desenvolvimento das crianças. É fundamental a implementação de uma Intervenção Precoce moderna, generalizada e articulada, bem como o desenvolvimento de formação nesta área no âmbito da Educação Especial.

14-ENSINO SUPERIOR:

As estruturas do ensino superior estão ainda fora da malha legal da Educação Especial. Não existe uma política de inclusão por parte do Estado no Ensino Superior, nem regulamentação específica, deixando a cada instituição a forma de acolher e apoiar os alunos com NEE. Esta situação é tanto mais grave quanto se verifica um crescente papel do Ensino Superior na formação profissional. Propõe-se, assim, o alargamento das medidas legislativas e dos recursos especializados a todos os níveis de ensino.

15-FAMÍLIAS e COMUNIDADE:

Sendo a Educação Inclusiva a plataforma de construção da Inclusão Social, é igualmente necessária a generalização de políticas de promoção da Inclusão nos diversos sectores da sociedade, como no apoio às famílias, na formação profissional, no emprego, no acesso aos serviços, nos tempos livres, ma participação social a todos os níveis e na promoção da qualidade de vida, em geral.

Almada, 29 de Novembro de 2009" (Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial)

Link: http://santos.jaml.googlepages.com/23879024-Conclusoes-I-Congresso-Ande.pdf

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Ratificação dos diplomas da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência

novembro 25, 2009

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Celebração do XV Aniversário da Declaração de Salamanca (ai, Portugal ...)

novembro 05, 2009



La Conferencia estuvo organizada por Inclusion International, Inclusion Europe & INICO (Universidad de Salamanca) y tendrá lugar del 21 al 23 de octubre de 2009.
Patrocinada por: Fundación ONCE
El Ministro de Educación de España
La Confederación Española de Organizaciones a favor de las Personas con Discapacidades Intelectuales (FEAPS)

Unas 400 personas procedentes de 58 paises asistieron a la Conferenica Mundial sobre Educacion Inclusiva que se celebro en Salamanca, España del 21 al 23 de Octubre de 2009.

La conferencia sirvio para celebrar el aniversario de La Declaración de Salamanca adoptada hace 15 años durante la Conferncia Global en Educacion Especial organizada por la UNESCO (Salamanca, España, 10 Junio 1994).
Transcurridos 15 años y con la entrada en vigor de la Convención de las Nacions Unidas sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad, Inclusion Interantional y el INICO de la Universidad de Salamanca dieron la bienvenida a auto-gestores y sus familias, representantes de organizaciones para la discapacidad, profesores, investigadores, representantes de gobierno y expertos a Salamana para analizar el progreso realizado y establecer la agenda de acción  renovada a seguir en los próximos años.

Al finalizar la Conferencia se adopto la siguiente Resolución
Inclusion International ha desarrollado este Informe Global sobre la situación acutal de los niños con discapacidad en el sistema educativo. El informe fue presentado durante la Conferencis Global, Afrontando el Reto; Derechos, Retórica y Situación Actual; Regreso a Salamanca.
En és se identifican las fuentes de discriminación a las que se enfrentan los niños con discapacidad en el sistema educativo y propone recomendaciones para los gobiernos y políticos sobre como tratar este tema.  Al revisar tanto el compromiso internacional por la inclusion como la experiencia de las familias sobre lo que funciona y lo que no y porqué, esta iniciativa pretende unir las voces locales (y su sabiduría) a los procesos mundiales puestos en práctica para alcanzar la Inclusión para Todos.

Inclusion International, KD.2.03, University of East London, Docklands Campus, 4-6 University Way, London E16 2RD, United Kingdom
Tel: (+... Fax: (+ 44) 208 223 6081 Email: info@inclusion-international.org

Registered Office 52 The Limes Harston CB2 5QT UK.  A company limited by guarantee (No 5072000 - England). Registered Charity No 1106715

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De regresso a Salamanca :|


[Last updated Monday, October 26, 2009]
The report, Better Education for All: When We’re Included Too recounts the situation of our members around the world – how inclusion works, but how exclusion is the norm. It demonstrates how children and youth with disabilities are being left out of mainstream global processes to achieve Education for All (EFA) , and how inclusion can improve education systems and ensure that the goals of EFA are reached.
A huge network was involved in the research process.Several members used the process of gathering information as a way to mobilize around the issue of inclusive education, and as a way to gather information that they can use in
monitoring their government’s activities. In all, 75 countries participated in the research.
The report was launched in Salamanca at Global Conference on Inclusive Education. Return to Salamanca Confronting the Gap: Rhetoric, Rights and Reality. 21-23 October, 2009.
 DOWNLOAD THE REPORT(PDF)  

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