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Em destaque: ProfBlog
fevereiro 01, 2010
por Ramiro Marques
"E que tal 50 alunos NEE para 4 professores de Educação Especial? É uma média de 1 turma por professor. Estamos a tapar o sol com a peneira, dizemos que todos os alunos têm apoio especializado...quando o apoio é de 45m a cada aluno com currículo especifico...isto é simplesmente anedótico...a verdade é que por trás destes alunos estão pais com baixo nível académico, pouco reivindicativos, que acham que terem os seus filhos na escola é um grande favor.
É a isto que se chama escola inclusiva? Atirar as crianças para turmas de 20 alunos que estão a tempo inteiro sem fazer nada porque não existem recursos humanos de Educação Especial? Penso que a intenção é acabar com a Educação Especial, atirando as crianças para as salas de aula normal, e os professores do regular que se desenrasquem.
E depois, temos a chamada "gestão democrática nas escolas", em que o Director, sem qualquer formação a nível da Educação Especial, manda "bitoques" p´ro ar dizendo quem deve ou não entrar para o 3/2008 porque a precentagem não pode ultrapassar os 1.7......que descalabro este governo e esta gestão das escolas.
Nely"
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Ramiro Marques
Más novas | 'Directora de escola para deficientes acusada de cinco crimes'
maio 13, 2009
"O Ministério Público acusou a directora de um estabelecimento particular de ensino especial em Lisboa, onde permaneciam adultos e menores deficientes físicos e psíquicos, por cinco crimes de maus-tratos a pessoa particularmente indefesa.
Segundo a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) de Lisboa, os indícios sustentam que estes adultos e menores, totalmente dependentes de terceiros em razão da sua fragilidade e deficiência, "eram mantidos em condições de sofrimento, incómodo e ofensa à sua dignidade e bem-estar ao nível do alojamento, alimentação, higiene e cuidados de saúde.
"Em razão desses indícios foi imputado o cometimento de cinco crimes de maus-tratos a pessoa particularmente indefesa (...) e ainda de duas contra-ordenações na área alimentar", refere a PGR de Lisboa.
O inquérito, agora concluído pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, teve origem numa participação de 14 de Janeiro de 2008 remetida pelo Tribunal de Família e Menores de Lisboa ao Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), na sequência do exercício de competências daquele tribunal na área da protecção e promoção dos direitos dos menores.
A investigação de crimes contra menores e deficientes consta das prioridades de política criminal.
A investigação, acompanhada directamente pelo MP e executada pela PSP, envolveu contributos de várias entidades, destacando-se a Segurança Social, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), a Inspecção-Geral de Educação, a Autoridade de Saúde e a Delegação de Lisboa do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML)." (Destak/Lusa | destak@destak.pt)
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Portugal: Crise no Ensino Especial
abril 01, 2009
"A Fenprof diz que o actual concurso de professores só abriu 830 vagas para docentes do ensino especial, o que deixará de fora milhares de docentes com formação nesta área, e reitera críticas ao Governo pela adopção de uma nova forma de classificação dos estudantes com necessidades específicas.
Em conferência de imprensa, o líder da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), voltou a criticar o Ministério da Educação por ter decidido passar a identificar os estudantes com necessidades especiais através da Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), um sistema de classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS) que descreve, avalia e mede a saúde e o nível de incapacidade de uma pessoa.
Com a adopção deste sistema, «milhares» de crianças deixaram de ter acompanhamento especial nas escolas, o que está a afectar também os professores, sublinha a Fenprof.
Segundo Mário Nogueira, a Sociedade Portuguesa de Pedopsiquiatria refere que as escolas portuguesas têm uma taxa de prevalência de necessidade educativa especial (NEE) na ordem dos 10 a 11 por cento.
No entanto, e ainda de acordo com Mário Nogueira, que referiu dados do Ministério da Educação (ME), esse valor caiu no ano lectivo de 2007/2008 para os 3,9 por cento, um «valor muito longe dos 10 ou dos 11 por cento».
«O que quer dizer que milhares de alunos com necessidades educativas especiais não têm atendimento, não têm acompanhamento, não têm medidas de educação especial que lhes sejam também aplicadas e não têm professores de educação especial que com eles trabalhem», criticou.
«É evidente que o que está por detrás disto é poupar, poupar onde não se pode poupar e onde tem de haver investimento», sublinhou.
De acordo com os dados apresentados hoje pela Fenprof, com base em dados do ME, dos 5.557 docentes em funções de educação especial, o concurso de 2006/2009 contemplou 2.155, deixando, por isso, de fora 3.402.
Com as actuais 830 vagas para professores do ensino especial que o ME pôs a concurso para 2009/2013, tendo por base os anteriores 3.402, ficarão de foram 2.572 professores, destacou a federação sindical.
O Ministério da Educação já negou por diversas vezes que a adopação da CIF tenha excluído alunos com necessidades educativas específicas do ensino especial, garantindo que todos os estudantes com esse tipo de necessidades estão sinalizados.
O Governo sustenta ainda que os estudos que apontam para entre os oito e 12 por cento de alunos com dificuldades de aprendizagem não têm relação com a realidade e destaca que a adopção da CIF faz parte de recomendações internacionais.
Entretanto, no início deste ano o ME anunciou que vai avaliar a aplicação da CIF e que os resultados preliminares serão conhecidos dentro de seis meses.
Nessa altura, o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, recordou os problemas «gravíssimos» que existiam na sinalização das crianças e jovens com necessidades educativas especiais, afirmando ainda que não o «preocupa» o facto de a aplicação da CIF ter reduzido o número de crianças com apoio.
«Partir do pressuposto de que quantas mais crianças forem apoiadas melhor é errado. Tínhamos freguesias inteiras em que todas as crianças de etnia cigana estavam sinalizadas. Isso não é uma resposta adequada», afirmou Valter Lemos, rejeitando as críticas de que esta reforma foi puramente economicista.
O Ministério da Educação quer ter até 2013 todas as crianças com necessidades educativas especiais nas escolas de ensino regular, ao mesmo tempo que as escolas de ensino especial estão a ser transformadas em centros de recursos para a inclusão." (DESTAK - Destak/Lusa | destak@destak.pt)
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