Autism Symptoms Checklist: What to Look For

abril 02, 2009

Imagem Asperger Square 8

"Autism is in the media now more than ever before; one in every 150 children born in the U.S. is autistic. Four times as many boys as girls have the condition, making the likelihood of a male child having autism one in 94. This is a dramatic increase from 20 years ago, but it’s not known whether it’s attributable to an improved ability to diagnose the disease or to more cases of autism in general. Usually a parent or caregiver notices that there is something about their child that doesn’t seem right. There is a strong genetic component to this complex developmental disability, although a variety of factors are suspected causes.
Autism Diagnosis by Age Three
Although many infants are diagnosed with autism, sometimes autism symptoms don’t appear until months or even years later. A child with normal language skills may regress, becoming withdrawn or aggressive. Still, most cases are diagnosed before three years of age. Autism is classified as a “spectrum disorder” with a wide range of symptoms that affect individuals in varying degrees. Three categories of development are usually affected, but autistic children will show different levels of disability in each area. Following are typical autistic indicators to watch for:
Social Interactions and Relationships
• Doesn’t respond to his or her name • Doesn’t make friends with children the same age • Very limited eye contact • Resists cuddling and holding • Lack of empathy • Lack of interest in sharing interests or achievements with others
Nonverbal and Verbal Communication
• Starts talking later than other children (up to 40% of autistics never speak) • Doesn’t make eye contact when requesting things • Difficulty initiating and maintaining a conversation • Difficulty catching on to implied meaning (such as humor); everything is taken literally • Repeats words or phrases verbatim (may repeat the same phrase over and over: echolalia)
Behavioral Adaptations
• Need for sameness or routines (upset by slightest change) • Repetitive movement (rocking, spinning, hand flapping) • Focus on a part of a toy, rather than the entire thing • Lack of spontaneous play or make-believe • Inability to stay still
Autism isn’t curable but it is treatable. Autism symptoms usually diminish with age. Studies demonstrate that early intervention leads to improved quality of life for the autistic child. For more insight, read the autism blog of an autistic woman." (by Debbie Marsh, Disaboom)

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Good Practices for Education for Sustainable Development

Imagem: © UNESCO
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"UNESCO’s Associated School Network (ASPnet) launches the Second Collection of Good Practices: ASPnet in Support of Education for Sustainable Development during UNESCO World Conference on Education for Sustainable Development – Moving into the Second Half of the UN Decade, 31 March to 2 April.

The publication, which targets coordinators and teachers, presents a variety of successful school-based projects, activities and approaches contributing to Education for Sustainable Development. These good practices emanate from ASPnet’s 8,500 Associated Schools in 178 countries. " [Contact: a.hamshari@unesco.org ]

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Portugal: Crise no Ensino Especial

abril 01, 2009

"A Fenprof diz que o actual concurso de professores só abriu 830 vagas para docentes do ensino especial, o que deixará de fora milhares de docentes com formação nesta área, e reitera críticas ao Governo pela adopção de uma nova forma de classificação dos estudantes com necessidades específicas.
Em conferência de imprensa, o líder da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), voltou a criticar o Ministério da Educação por ter decidido passar a identificar os estudantes com necessidades especiais através da Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), um sistema de classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS) que descreve, avalia e mede a saúde e o nível de incapacidade de uma pessoa.
Com a adopção deste sistema, «milhares» de crianças deixaram de ter acompanhamento especial nas escolas, o que está a afectar também os professores, sublinha a Fenprof.
Segundo Mário Nogueira, a Sociedade Portuguesa de Pedopsiquiatria refere que as escolas portuguesas têm uma taxa de prevalência de necessidade educativa especial (NEE) na ordem dos 10 a 11 por cento.
No entanto, e ainda de acordo com Mário Nogueira, que referiu dados do Ministério da Educação (ME), esse valor caiu no ano lectivo de 2007/2008 para os 3,9 por cento, um «valor muito longe dos 10 ou dos 11 por cento».
«O que quer dizer que milhares de alunos com necessidades educativas especiais não têm atendimento, não têm acompanhamento, não têm medidas de educação especial que lhes sejam também aplicadas e não têm professores de educação especial que com eles trabalhem», criticou.
«É evidente que o que está por detrás disto é poupar, poupar onde não se pode poupar e onde tem de haver investimento», sublinhou.
De acordo com os dados apresentados hoje pela Fenprof, com base em dados do ME, dos 5.557 docentes em funções de educação especial, o concurso de 2006/2009 contemplou 2.155, deixando, por isso, de fora 3.402.
Com as actuais 830 vagas para professores do ensino especial que o ME pôs a concurso para 2009/2013, tendo por base os anteriores 3.402, ficarão de foram 2.572 professores, destacou a federação sindical.
O Ministério da Educação já negou por diversas vezes que a adopação da CIF tenha excluído alunos com necessidades educativas específicas do ensino especial, garantindo que todos os estudantes com esse tipo de necessidades estão sinalizados.
O Governo sustenta ainda que os estudos que apontam para entre os oito e 12 por cento de alunos com dificuldades de aprendizagem não têm relação com a realidade e destaca que a adopção da CIF faz parte de recomendações internacionais.
Entretanto, no início deste ano o ME anunciou que vai avaliar a aplicação da CIF e que os resultados preliminares serão conhecidos dentro de seis meses.
Nessa altura, o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, recordou os problemas «gravíssimos» que existiam na sinalização das crianças e jovens com necessidades educativas especiais, afirmando ainda que não o «preocupa» o facto de a aplicação da CIF ter reduzido o número de crianças com apoio.
«Partir do pressuposto de que quantas mais crianças forem apoiadas melhor é errado. Tínhamos freguesias inteiras em que todas as crianças de etnia cigana estavam sinalizadas. Isso não é uma resposta adequada», afirmou Valter Lemos, rejeitando as críticas de que esta reforma foi puramente economicista.
O Ministério da Educação quer ter até 2013 todas as crianças com necessidades educativas especiais nas escolas de ensino regular, ao mesmo tempo que as escolas de ensino especial estão a ser transformadas em centros de recursos para a inclusão." (DESTAK - Destak/Lusa | destak@destak.pt)

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Autism Awareness Month


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Paralisia Cerebral | Bautista | Powerpoint

março 31, 2009


Powerpoint (aut: Margarida Azevedo)a partir de: Mulloz, J. L. G.; Blasco, G. M.G. & Suárez, M. J. R. (1997). DEFICIENTES MOTORES II: PARALISIA CEREBRAL. In Rafael Bautista, Necessidades Educativas Especiais, (p. 249-270). Lisboa: Dinalivro.

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Da segregação à inclusão?

PPT - 1 - Enquadramento teórico: "O propalar que "somos todos diferentes" e todos "temos direito a essa diferença" pode de facto ser uma nova forma de não respeitar as necessidades individuais de todos e cada um de nós... Talvez seja esta a altura de se passar da ideia de que "todos devem ter as mesmas oportunidades" para a noção de que "todos deveriam ter oportunidades diferentes" para desenvolver as suas potencialidades e satisfazer as suas necessidades" (Oliveira, 1999).

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I Congresso Internacional - "Ser Professor de Educação Especial"

março 30, 2009


SER PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
27, 28 e 29 Novembro de 2009 – Lisboa

Programa Provisório >>

Preços e Inscrição >>

Inscrição de Trabalho >>


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Art and Music Therapy for Special Needs



Art and Music Therapy for Special Needs Children and Adults Visit ArtsForHealing.org for More! (nd5000

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Comunidade online: - Disaboom

março 29, 2009


"The online disability community you’ve been looking for: Disaboom!

For people with disabilities, Disaboom's lifestyle articles, blogs, forums, and health information provide shared knowledge about SCI, cerebral palsy, fibromyalgia, multiple sclerosis, and other disabilities. Whether you’re an amputee, caregiver, disabled veteran, or interested in exploring adaptive sports, accessible travel, or any other disability-related topic, welcome!" (http://www.disaboom.com/)

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"A world for Inclusion: Ensuring Education for All through the UN Disability Convention"

agosto 17, 2008

Imagem: ©UNESCO 1995-2007

"Just published – The DVD "A world for Inclusion: Ensuring Education for All through the UN Disability Convention"

15-08-2008 - This 20-minute DVD concerns the 2006 UN Convention on the Rights of Persons with Disabilities, in particular article 24 on education. Using footage from schools in Kenya, Finland and Turkey, it addresses the situation of children with disabilities worldwide and the importance of getting them into school. It also contains interviews and commentary from key stakeholders and experts and some 50 educational resources such as toolkits and policy guidelines.

The aim of this DVD is to raise awareness about this new Convention, which entered into force in April 2008, and encourage its implementation.

There are over 650 million persons with disabilities in the world. Between 30 and 40% of the world’s over 72 million out-of-school children are disabled, according to the 2008 EFA Global Monitoring Report. Most of these children live in developing countries. This poses a significant challenge to realizing the right to education, which is central to ensuring all other human rights.

The DVD has been developed and produced by UNESCO and its Education for All Flagship on the Right to Education for Persons with Disabilities. The film is subtitled in Arabic, Chinese, English, French, Spanish and Russian. Complimentary copies can be requested from Knowledge Management Services, Education Sector, UNESCO, 7 place de Fontenoy, 75352 Paris 07 SP, France or by e-mail to edknowledge@unesco.org

Contact: k.eklindh@unesco.org edknowledge@unesco.org

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Fonte: © UNESCO (disponível online em 17 de Agosto de 2008)

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"A Convenção das Nações Unidas sobre os direitos das pessoas com deficiência impõe a implementação da educação inclusiva"

julho 23, 2008

"Texto do Inclusion Internationalsobre a necessidade de inclusão de crianças com deficiência na escola regular

Em todo o mundo prossegue a batalha entre aqueles que acham que crianças e jovens com deficiências só podem aprender em ambientes segregados, com proteção não só ambiental mas de parte de instituições criadas para dar-lhes segurança, e a visão mais moderna, para a qual caminham todas as sociedades humanas em qualquer sítio do mundo, que prega a necessidade de crianças serem criadas juntas, estudarem juntas, tenham ou não deficiências.

Com certeza argumentos pró e contra a chamada inclusão de alunos deficientes prosseguirá durante muito tempo mas uma coisa é meridianamente clara: as crianças ditas normais desenvolvem um sentimento grande de fraternidade, uma compreensão bem cedo do que seja ter de conviver com limitações graves na própria vida, e isso contribuirá, com certeza, para sua formação ética como cidadãs que são, desempenhando atividades comunitárias significativas para o bem de todos.

A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiências foi bastante explícita ao exigir serviços educacionais de qualidade e, para maior divulgação desse fato, citamos abaixo:

“Os Estados Participantes darão às pessoas com deficiência a possibilidade de aprender habilidades para a vida e desenvolvimento social, a fim de propiciar sua participação plena e em igualdade de condições na educação e como membros da comunidade. Para esse fim, os Estados Participantes adotarão as medidas pertinentes, entre elas:

a) Facilitar o aprendizado do Braille, a escrita alternativa, outras formas, meios e formatos de comunicação aumentativos ou alternativos, e habilidades de orientação e de mobilidade, bem como o aprendizado através dos colegas e apoio entre eles.

b) Facilitar o aprendizado da linguagem de sinais e a promoção da identidade lingüística das pessoas surdas;

c) Garantir que a educação das pessoas e, de modo específico, de meninos e meninas cegos, surdos ou surdo-cegos seja propiciada nas linguagens, modos e meios, bem como formas de comunicação mais apropriadas para o indivíduo,e em ambientes que maximizem desenvolvimento acadêmico e social.

Outra cláusula importante está inserida no documento que no momento mais atrai as atenções mundiais:

“A fim de ajudar a garantir a realização deste direito, os Estados Participantes tomarão as medidas necessárias para empregar professores, incluindo professores com deficiências, que sejam qualificados em linguagem de sinais e/ou Braille, bem como treinar profissionais e equipes que trabalhem em todos os níveis da educação. Esse treinamento deverá incorporar conscientização sobre deficiências e o uso de modos, meios e formatos aumentativos e alternativos de comunicação, técnicas educacionais e materiais de apoio para pessoas com deficiências.”

Com certeza, quando houver – de fato – a conscientização por parte de nossas autoridades educacionais de que PESSOAS com deficiências são pessoas como qualquer outra, têm impulsos, anseios, medos, sonhos, ambições como todos nós, quando seu valor humano seja de fato respeitado por toda a sociedade, os professores – principais artífices de uma sociedade mais fraterna e mais justa – se adaptarão a novas regras, aprenderão novas formas de ensinar e aprenderão, principalmente, a ser solidários, coisa que devemos estimular de todas as formas no mundo caótico, sem valores, cheio de divisões raciais e outras entre os povos, o mundo atual.

Tenhamos esperanças de construir um novo Brasil!

Traduzido do inglês e digitado em S.Paulo por Maria Amélia Vampré Xavier, da Rede de Informações Área Deficiências Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo, Fenapaes, Brasília, (Diretoria para Assuntos Internacionais), e entidades parceiras em 20 de julho, 2008." (Rede SACI, 22 de Julho de 2008)

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Inclusão no Brasil

julho 03, 2008

TUDO SOBRE A CONVENÇÃO

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Links Inclusivos

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South Asia EFA Mid-Term Policy Review Conference

julho 01, 2008

"16-19 June 2008
Kathmandu, Nepal

Representatives from South Asian countries, UN agencies and partners involved in education met in Nepal to prepare policy recommendations aimed at ensuring the achievement of the Education for All goals by 2015.

Using results of the national and sub-regional EFA Mid-Decade Assessment (MDA) reports and the 2008 EFA Global Monitoring Report, the EFA Mid-Term Policy Review Conference aimed to translate findings of the MDA into concrete actions, identify policy gaps, and propose policies and strategies towards reaching the un-reached groups in education.

The conference was an opportunity for South Asian countries and EFA partners to verify and validate the South Asia EFA MDA sub-regional synthesis report. The conference was organized by the Assessment, Information Systems, Monitoring and Statistics (AIMS) Unit, the UNESCO Institute for Statistics (UIS) Regional Office, on behalf of the UNESCO Asia and Pacific Regional Bureau for Education in close collaboration with the UNESCO Kathmandu Office.

Download conference documents:

16 June 2008


Thematic Issues Presentations:


Thematic Working Group Presentations:
18 June 2008


Thematic Working Group Reports:


Country Presentations:
19 June 2008

Next Steps and Closing:


Related materials:

News article:

If you have any problems downloading the documents, please contact efa(at)unescobkk.org." ( UNESCOBKK.ORG - aqui)

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